(Este texto era pra ter sido postado na semana passada. Devido a problemas técnicos, estamos postando com um certo atraso).
Desculpem-me estar escrevendo pela segunda semana consecutiva
sobre o mesmo assunto.
Ou time. Mas é por um bom
motivo. Ou não.
Acostumem-se... o Barcelona de Guardiola acabou. O empate de 2x2 com o Real Madrid no Camp Nou comprovou o que já se suspeitava.
Há pouco tempo tempo atrás, surgia um time no mínimo, diferente. Compacto, muito bem organizado, com movimentação constante, posse de bola, infiltrações frenéticas e finalizações mortais. O time de Guardiola parecia jogar por música. E sob sua batuta, disputaram 17 títulos, ganharam 14. O Barça parecia ter superado a história de "formações táticas". Havia jogos em que não se identificava qual era o esquema usado, tamanha era a movimentação e polivalência.
Tamanha superiodade gerou opniões como "Ah, também... com um time desse! Qualquer um é treinador! Até eu!" Guardiola, este, decidiu parar. Certo ou não, quis se renovar por um ano. Seria esta, então, a hora de tal tese se comprovar. Que se coloque qualquer um!
Decidiram por Tito Vilanova, seu assistente. Pensamento lógico e racional, pois se existe alguém que fará algo mais próximo de Pep, esse será seu assistente. Isso, se o esporte em questão não fosse FUTEBOL!
Hoje, o Barcelona vive seu pior futebol. Isso parece totalmente contraditório quando olhamos para a tabela de classificação do Campeonato e da Liga dos Campeões. Líder em ambas, mas sem apresentar o mesmo futebol de antes.
O que se vê hoje é um time dividido em setores que não se comunicam entre sí. O ataque não recebe mais o apoio de passes que recebia da defesa e esta também não é ajudada pelo ataque na marcação. Temos um meio de campo errando passes que não se errava e um Lionel Messi parado e isolado.
A diretoria tem culpa? Sim. Deveria ter terminado ali o ciclo de Pep e não tentar estender sem ele o que se pode fazer apenas com ele. A verdade, dura, nua e crua, é que hoje é um time normal. O processo de mediocrização no time azul-grená já está em andamento e em fase avançada.
Com apenas bons e alguns ótimos jogadores que, sozinhos, conseguem bons e ótimos resultados. Mas não entrará mais para a História.
Acostumem-se... o Barcelona de Guardiola acabou. O empate de 2x2 com o Real Madrid no Camp Nou comprovou o que já se suspeitava.
Há pouco tempo tempo atrás, surgia um time no mínimo, diferente. Compacto, muito bem organizado, com movimentação constante, posse de bola, infiltrações frenéticas e finalizações mortais. O time de Guardiola parecia jogar por música. E sob sua batuta, disputaram 17 títulos, ganharam 14. O Barça parecia ter superado a história de "formações táticas". Havia jogos em que não se identificava qual era o esquema usado, tamanha era a movimentação e polivalência.
Tamanha superiodade gerou opniões como "Ah, também... com um time desse! Qualquer um é treinador! Até eu!" Guardiola, este, decidiu parar. Certo ou não, quis se renovar por um ano. Seria esta, então, a hora de tal tese se comprovar. Que se coloque qualquer um!
Decidiram por Tito Vilanova, seu assistente. Pensamento lógico e racional, pois se existe alguém que fará algo mais próximo de Pep, esse será seu assistente. Isso, se o esporte em questão não fosse FUTEBOL!
Hoje, o Barcelona vive seu pior futebol. Isso parece totalmente contraditório quando olhamos para a tabela de classificação do Campeonato e da Liga dos Campeões. Líder em ambas, mas sem apresentar o mesmo futebol de antes.
O que se vê hoje é um time dividido em setores que não se comunicam entre sí. O ataque não recebe mais o apoio de passes que recebia da defesa e esta também não é ajudada pelo ataque na marcação. Temos um meio de campo errando passes que não se errava e um Lionel Messi parado e isolado.
A diretoria tem culpa? Sim. Deveria ter terminado ali o ciclo de Pep e não tentar estender sem ele o que se pode fazer apenas com ele. A verdade, dura, nua e crua, é que hoje é um time normal. O processo de mediocrização no time azul-grená já está em andamento e em fase avançada.
Com apenas bons e alguns ótimos jogadores que, sozinhos, conseguem bons e ótimos resultados. Mas não entrará mais para a História.
Por Neto Ferreira.


















